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O Flamengo terá contra o Santos, nesta quarta-feira, às 21h45, a última chance de vencer um confronto direto contra uma das equipes do alto da tabela do Brasileiro no primeiro turno. Até agora, empatou cinco, perdeu duas e venceu apenas uma, o Vasco, no duelo com os dez primeiros colocados. Mesmo fora de casa, a postura prometida é a mesma, de posse de bola, apesar dos riscos vistos nas últimas partidas.

A vulnerabilidade da defesa, que novamente assombra, é tratada no clube como um efeito colateral de sua identidade. Ao manter a bola no ataque e pressionar o adversário, o Flamengo adianta todo o time e deixa espaço atrás. Foi assim contra o Corinthians, no domingo, Palmeiras e Grêmio recentemente, os time do G-4 que não venceu.

- No futebol não existe time perfeito. Se ataca muito, corre risco na defesa. Se defende muito, não leva tanto perigo. Temos que arriscar e buscar o equilíbrio. Sem medo. Sempre foi assim no Flamengo - defendeu Juan, que substituiu Rafael Vaz e mudou pouca coisa no sistema defensivo.

O técnico Zé Ricardo trabalhou mais as transições e deve voltar com Willian Arão ao time, mas a tática é a mesma. Diferente da partida da Copa do Brasil, onde o Flamengo tinha vantagem e esperou mais o Santos, agora o jogo é o chamado de seis pontos. Quinto colocado, o Flamengo pode assumir a terceira posição do rival. E sabe que para ser campeão precisa vencer fora de casa, especialmente nos confrontos diretos.

- Falta a vitória. Para chegar ao topo tem que ganhar fora de casa. Mas contra todos esses times (de cima) atuamos de igual para igual. Importante continuar assim. Tem que valorizar também o jogo coletivo - pediu Juan.

Fonte: Extra Globo

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