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Vitorioso à frente do Atlético Nacional, Reinaldo Rueda chamou atenção da torcida do Flamengo. Boa parte dos flamenguistas fez campanha por ele nas redes sociais. Deu certo.

Mas Reinaldo não foi o único dos Ruedas nos holofotes rubro-negros após o acerto. Fotos das filhas Alejandra e Carolina geraram brincadeiras, e flamenguistas o chamaram de "sogrão". O GloboEsporte.com conversou com Alejandra, que é nossa colega e bem informada.

Jornalista -é produtora na editoria futebol do canal canadense TSN - e estudante de marketing esportivo, a colombiana de 27 anos acompanha os mínimos detalhes da carreira do pai e já sabe como chamar a torcida do Flamengo do jeito que ela gosta: "Nação".

Questionada se o Rubro-Negro apresenta ao pai o maior desafio da carreira, mostrou conhecimento ao falar que a cobrança será grande devido ao longo período sem estrangeiros à frente do Flamengo - o paraguaio Modesto Bria, em 1981, foi o último técnico gringo. Apesar disso, colocou fé no treinador.

- Dirigir um time no Brasil representa uma altíssima responsabilidade por toda história e pelo que significa o futebol brasileiro. Mas indubitavelmente dirigir o Flamengo é uma grande honra e um grande desafio para meu pai, Reinaldo Rueda, e ele disse isso. Toda expectativa que sua chegada ao Flamengo, reconhecido como um dos mais importantes do país, um clube que há muitos anos não tem um técnico estrangeiro e que conta com uma das maiores torcidas do Brasil, faz que haja mais pressão ainda, o que é normal de se encontrar quando se chega a um novo clube.

- Não tenho dúvidas de que meu pai trabalhará com muita responsabilidade, muita paixão e muita entrega para alcançar as metas, corresponder às expectativas e, sobretudo, para poder retribuir com muitos triunfos e muitas alegrias para a Nação (escreveu em português), que também quis que ele chegasse ao Flamengo.

Confira na íntegra o papo com Alejandra Rueda:

Como sua família reagiu à chegada de seu pai ao Flamengo?
Estamos muito contentes e nos sentimos muito orgulhosos ao ver que ele teria a oportunidade de estar no Brasil e de dirigir esse futebol de jogo bonito que ele sempre admirou desde jovem. Nos sentimos muito orgulhosos de ver que suas conquistas em outras equipes lhe deram a possibilidade de estar no Flamengo.

Você e seu pai têm conversado muito sobre Flamengo e Brasil? Já pensa numa vinda ao Brasil?
Desde que soubemos que ele iria para o Flamengo, temos conversado em várias ocasiões. Somos conscientes do desafio que tem pela frente, mas confiamos em Deus que meu pai irá conquistando pouco a pouco todas as metas. O sinto muito feliz com o trabalho que ele pode realizar. Me encantaria voltar ao Rio de Janeiro e poder acompanhar meu pai e o time em alguns jogos, mas agora não tenho uma data para viajar ao Brasil.

- Eu o sinto muito feliz com o trabalho que ele pode realizar.

Ele já começou a estudar português?
Não sei se já começou a estudar português, mas ele sempre tem entendido quando falam com ele. Vejo que está se saindo muito bem nas entrevistas coletivas.

Ele já esteve aqui com a seleção do Equador em 2014 e com o Atlético Nacional, mas vocês já vieram a passeio?
Estivemos no Brasil para acompanhá-lo durante a Copa de 2014. Com o Nacional, não tivemos a oportunidade de acompanhar suas viagens, mas esperamos que desta vez possamos compartilhar um tempo com ele no Rio.

Como vocês e, principalmente ele reagiram, às brincadeiras dos torcedores que chamaram seu pai de sogro. Torcedores acharam você e sua irmã muito bonitas. Riram? Ele se incomodou?
(Risos). Sim, claro que nós achamos muito engraçado ver as mensagens e as fotos. Não esperávamos isso. E ele (Rueda) não se incomodou.

Que mensagem mandaria ao seu pai diante de um grande desafio: a semifinal da Copa do Brasil entre Flamengo e Botafogo?
Sempre antes de um jogo eu gosto de conversar com ele e lhe desejar muitos êxitos. É um jogo de suma importância para ele seguir se fortalecendo. Confiamos em Deus que ele possa dar esse passo e estar na final da Copa do Brasil. Como família, sempre estamos atentos a ele e aos jogos dele.

Se voltasse a atuar como repórter, que pergunta faria ao seu pai?
Que projeção faz das categorias de base que tem o Flamengo? Considera forte a base para seguir fortalecendo o grupo de jogadores que tem o clube?

Fonte: GE

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