GuidePedia


Em um texto publicado no site da Conmebol, o presidente Alejandro Domínguez afirmou que há uma “campanha coordenada” de pessoas ligadas à antiga administração da confederação em uma série de processos trabalhistas que foram ajuizados no Paraguai contra a entidade.

Domínguez cita personagens próximos ao ex-presidente Nicolás Leoz, que cumpre prisão domiciliar, “uma velha guarda que durante décadas lucrou com o futebol”.

Um dos casos é o de Ismael Antonio Pintos, que cobra US$ 10,5 milhões como comissão por um contrato entre a Conmebol a empresa Global Sports. Domínguez afirma que a demanda é baseada num “suposto acordo com Leoz, que ninguém conhece e nem sequer está documentado”.

Quem também processa a confederação é o brasileiro Dario Góes, que foi delegado da entidade até 2015. Em julho, o GloboEsporte.com revelou que clubes do país relataram à confederação que pagaram taxas a Góes durante a Libertadores deste ano, quando o dirigente já não fazia mais parte da administração.

Ainda em julho, Góes enviou notificação à Conmebolcobrando verbas trabalhistas por ter sido demitido “injustificadamente”. Ele, agora, foi à Justiça numa demanda de quase US$ 3 milhões.

Por causa das reclamações dos clubes brasileiros, Góes está sendo investigado pelo comitê disciplinar da Conmebol.

Em abril, durante congresso, a confederação sul-americana apresentou resultado de investigação interna que apontou desvio de US$ 129 milhões entre 2000 e 2015. Além de Leoz, os outros dois antecessores de Domínguez estão presos, Eugenio Figueredo e Juan Angel Napout.

Fonte: GE

Curta nossa página no Facebook:http://migre.me/tbpub
Siga-nos no Twitter:http://migre.me/tbpub



 
Top