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O Flamengo fechou o primeiro semestre de 2017 com um superávit de R$ 167,7 milhões, um crescimento 253% em relação ao mesmo período na última temporada. A cifra, disponível nos resultados publicados pelo clube em seu site, é reflexo da venda de Vinícius Jr. ao Real Madrid.

A transferência do jovem atacante, que marcou seu primeiro gol como profissional na última quarta-feira, colocou R$ 146 milhões nos cofres rubro-negros, contribuindo para uma receita de R$ 179,5 milhões apenas com venda de jogadores, a maior fonte de entrada de dinheiro no semestre.

Em fevereiro, o Flamengo já havia recebido R$ 29,8 milhões do Monaco, pela negociação do lateral Jorge. Só esse valor já era quase o triplo do registrado com vendas na primeira metade de 2016.

No total, o clube registrou R$ 390,2 milhões em receitas, enquanto na última temporada, nessa mesma época, foram R$ 192,1 milhões. Cresceram as entradas com bilheteria, patrocínio e sócio-torcedor, enquanto houve uma pequena redução nas verbas de direito de transmissão na comparação com 2016.

Depois de “repasse de direitos federativos”, foram justamente as receitas de TV que tiveram o maior valor no primeiro semestre de 2017, com R$ 109,4 milhões – foram R$ 114 milhões em 16. Em seguida, vieram patrocínio (R$ 41,8 milhões), bilheteria (R$ 30 milhões) e sócio-torcedor (R$ 19,4 milhões).

Nos gastos, o Flamengo também registrou aumentos, principalmente com salários. Em junho de 2016, a folha era de R$ 55 milhões, enquanto, em 2017, R$ 78,7 milhões – quase R$ 60 milhões só com futebol.

No total, o futebol rubro-negro consumiu R$ 172,9 milhões, mas gerou R$ 373,1 milhões em receitas, em um superávit de R$ 200 milhões. Considerando o clube como um todo, os gastos crescem, para um lucro no semestre de R$ 167,7 milhões – em 2016, esse valor foi de apenas R$ 47,5 milhões.

Fonte: Espn

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