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Uma das principais esperanças da torcida para a sequência da temporada, Éverton Ribeiro chegou ao Flamengo em um momento particularmente conturbado. Para o meio-campista, que fez seu primeiro treino nesta sexta-feira, dia marcado por protestos no Ninho do Urubu, a cobrança é normal em uma equipe grande. O momento é de tranquilidade e agradecimento pela oportunidade no clube.

A estreia do jogador de 28 anos pode acontecer a partir do dia 20 de junho, data da abertura da janela de transferências internacionais. No dia 22, o Flamengo encara a Chapecoense, na Ilha do Urubu, pela 9ª rodada do Brasileirão. Até lá, a equipe tem mais três jogos para melhorar a campanha, no momento de uma vitória e seis pontos em 15 possíveis. Éverton se encantou com a recepção no aeroporto, mas já percebeu o tamanho da pressão.

- Quando cheguei foi emocionante, eu estava com meu pai, mãe, irmãos e minha esposa. Até se emocionaram quando abriu a porta do aeroporto e eles gritaram meu nome. Sei que jogador do Flamengo sempre vai ser cobrado. Então, estou muito tranquilo, tenho uma equipe muito forte do meu lado que vai me ajudar a fazer o meu melhor. Quero ser campeão, acho que isso que marca a história no futebol. Me sinto feliz, isso é muito importante. Você estar onde quer estar. E tenho muita certeza de que vamos ser muito felizes juntos aqui no Flamengo.

A felicidade depende de boas atuações. Vestindo a camisa 7, Éverton explica a escolha do número e também onde se vê atuando dentro do campo.

- Eu perguntei qual o número que estava vago. O Rodrigo Caetano falou do sete e eu gosto do número. Traz lembranças, o meu casamento foi no dia sete, tem a história do hepta, aí a torcida fez essa conexão. Eu acho que me encaixaria bem nesse lado direito, tem grandes jogadores, o professor vai ver,mas também posso jogar centralizado. Vou dar o melhor, é uma equipe muito forte.

O clube da Gávea e a Cidade Maravilhosa são novidades para o jogador. Paulista, nascido na cidade Arujá, começou no Corinthians, onde ficou oito anos entre a base e o profissional, numa posição bem diferente.

- Comecei na lateral, não era onde eu me sentia bem, fiz ali, deu certo, fui convocado pra sub-20, mas não era onde eu me sentia bem.

Não se firmou no Timão e foi emprestado para o São Caetano. Lá mudou da lateral esquerda para o meio de campo e decolou. No Coritiba, apareceu de vez e disputou duas finais de Copa do Brasil.

- Fui pro Coritiba, onde pude jogar a Série A, e ali deslanchei. Deu certo, no Cruzeiro foi muito bom, abriu as portas e fomos campeões lá.

Foi quando vestiu azul que sua sorte mudou mesmo. Aliás, a mesma cor da camisa de treino do Flamengo. No bicampeonato brasileiro com o Raposa, Éverton Ribeiro se tornou um dos melhores jogadores do país e enlouqueceu adversários com a habilidosa perna esquerda que meteu vários golaços, um deles contra o rubro-negro que agora defende.

- Foi um gol especial, ganhei uma placa e vai ficar guardado na minha história. Hoje eu posso estar aqui e o presidente até me falou: “Tá me devendo um gol daqueles hein!”. Aí respondi assim: “Não presidente, vamos fazer um melhor ainda".

Fonte: GE

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