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O Vitória procurou o Flamengo atrás de Cuéllar. Na reserva e com poucas chances, a negociação era oportunidade do jogador aparecer novamente no cenário do futebol brasileiro para voltar à seleção colombiana, grande objetivo do volante de 24 anos no caminho para a Copa do Mundo de 2018 na Rússia. De duas semanas para cá, no entanto, tudo mudou de novo.

Cuéllar voltou a ser titular. Teve duas partidas consecutivas em duas sequências diferentes e a negociação esfriou. O Vitória não se empolgou com o preço estabelecido pelo Flamengo - de R$ 500 mil a 600 mil pelo empréstimo - e recuou. E Cuéllar, ao contrário, avançou no meio de campo do Flamengo. Ele tratou o caso de maneira natural.

- Isso é normal no futebol. As coisas mudam no dia a dia. Estou tratando agora de dar o máximo. Ajudar o grupo e o Flamengo. Melhorar no treino, no jogo - afirmou Cuéllar.

Questionado depois se agora estava com a cabeça no Flamengo, o jogador mostrou convicção que a permanência foi o melhor para sua carreira, apesar da concorrência acirrada na Gávea.

- Ainda acho que posso melhorar muito mais do que tenho feito nos jogos anteriores. Me cobro muito para jogar cada jogo melhor do que o passado. E é meu sonho (a Copa), quem joga aqui não quer sair mais. Time grande, a melhor torcida do Brasil, o clube, a infraestrutura é muito boa. Todo mundo quer jogar no Flamengo agora. Esse é meu caso. Quero ficar aqui. Se tiver oportunidade aproveitar primeiro e fazer meu melhor para ficar no Flamengo. Se eu começar a jogar e ganhar meu posto, que é o que todo dia a gente trabalha, não vou querer sair do Flamengo. Com certeza. E daqui a curto prazo cumprir meu sonho que é jogar a Copa - disse o colombiano.

O jogador reconheceu que teve um início difícil no futebol brasileiro. Lembrou da saída de Muricy e da chegada de Zé Ricardo, quando esteve fora do time e ficou de fora de sequência positiva no Campeonato Brasileiro do ano passado. No entanto, "trabalhou forte" para voltar a jogar. Agora, novamente como primeiro homem de meio de campo, participando da saída de bola, ele se sente mais adaptado e pronto para render melhor no Flamengo.

- Na Colômbia jogamos com 'doble 5', um ficando mais e outro indo. Aqui no Brasil temos um pouco mais de qualidade que na Colômbia, o futebol é mais rápido que lá. Temos que ficar mais definidos. Mas já me sinto cômodo. Posso fazer qualquer uma das duas posições no meio-campo tranquilamente.

Fonte: GE

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