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Na final do Campeonato Carioca, a torcida do Fluminense lotou o setor sul do Maracanã e viu os rivais rubro-negros dominarem o restante do estádio. No Fla-Flu deste domingo, às 16h (de Brasília), válido pela 8ª rodada do Brasileiro, nem mesmo a parte tricolor deve ficar cheia.

Além dos recentes resultados ruins e dos desfalques na equipe, há um conflito dentro dos próprios torcedores. Na partida contra o Grêmio, na última quinta-feira, muitos presentes tiveram que correr e sair apressados do estádio por uma briga que eclodiu no canto da arquibancada.

O Fluminense perdia por 2 a 0, já no final da partida, quando a torcida Bravo 52 decidiu gritar "Nense" e apoiar a equipe. Parte dos presentes, revoltados com o time, vaiaram o apoio e queriam cobrança.

Torcedores de outras organizadas que estavam presentes no setor partiram para cima e o conflito começou.

Apesar de estar presente em número muito maior nas partidas do clube, a torcida Bravo 52 foi intimidada e alguns membros temem por sua integridade física, segundo apurou o ESPN.com.br.

Criada em 2009, ela partilha da ideologia de apoio incondicional das "barras" argentinas, torcendo de maneira semelhante. Até o momento, não tem histórico violento e de punições como o das outras organizadas - embora já tenha sido punida por uso de sinalizadores.

O momento não é dos melhores e a violência no Maracanã é mais um motivo para o torcedor não ir.

Para piorar, o clima político no time das Laranjeiras é acirrado. Neste sábado, a sede do clube recebeu protestos contra a diretoria, que não conseguiu patrocínio master e tem dificuldades em trazer reforços.

Vencer um clássico é sempre importante para qualquer clube. Mas, neste domingo, um triunfo parece fundamental para acalmar os ânimos tricolores.

Fonte: ESPN

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