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Se o Flamengo não quiser migalhas deverá mudar o futebol, a postura e o discurso.

O Flamengo não vai bem, quem discorda está esperançoso demais por dias melhores. Eu não sei a grande maioria, falo por mim, já não consigo achar natural tantas falhas e apenas mentalizar pensamentos positivos. Em outros momentos já afirmei minha posição de querer a permanência do técnico Zé Ricardo sempre ressaltando o potencial em relação a outros técnicos, por ser “de casa” e entender a grandeza que é ser Flamengo.

Confesso que venho me decepcionado, hoje depois da partida na coletiva de impressa ele fez questão de destacar as boas subidas do contestado Márcio Araújo — e nem me pergunte que subidas são essas porque eu também não sei — e ainda ressaltou um discurso, um tanto fracassado, que em resumo disse que o empate foi positivo. Concordo que o time buscou o empate e em muitos momentos do segundo tempo não foi apático.

Mas calma lá, isso não é discurso de quem está à frente de um Clube como o Flamengo, com o timaço que tem na mão e ainda mais em um momento de pressão. Muitas oportunidades estão sendo oferecidas ao Zé, vindas da diretoria e da torcida. É inadmissível um discurso conformado após um empate.

Esperava uma fala como a do Diego que deu a seguinte declaração “Não é o começo que planejávamos. Temos de ligar o sinal de alerta”. É muito importante nos mantermos na realidade — que não está boa — caso contrário terminaremos competições nos contentando com migalhas. Não está tudo bem, derrotas não são bem-vindas, esse não é o espírito do Flamengo e nunca foi.

Já peitei muita gente contrárias ao Zé, minha mão já torrou. Quinta-feira é mais uma oportunidade para que o grupo resgate a confiança da torcida. Caso contrário, quem morrerá abraçada com o Zé será eu, e ainda terei o amargo sentimento de que todas as brigas foram em vão.

Reajam, por nós!

Por Jaqueliny Botelho

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