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Zico convidou o meia Diego, do Flamengo, para o “De papo com o Galinho” no sexto episódio do Canal Zico 10. O programa foi ao ar nesta segunda-feira, um dia após o clube ser campeão Estadual do Rio. Além indagar sobre o Flamengo, a vida do jogador no Rio de Janeiro e sobre os clubes onde passou pela Europa, o Galinho revelou que seu neto Gabriel, de 7 anos, filho do Bruno, e Davi, de 6, filho mais velho de Diego são companheiros de uma escolinha de futebol.

"Papai babão, com o filho jogando com o meu Neto. Estão tabelando?", perguntou Zico.

"É, sempre pai coruja. Os dois já estão tabelando. O teu neto tem mais faro de gol e o meu é mais organizador, Davi organiza bem (risos)”, contou o meia.

A camisa 10 eternizada por Zico no Flamengo também esteve em pauta. O ídolo rubro-negro relembrou que quando estreou com o número, ele também marcou um gol de falta, assim como Diego, que vestiu a mítica camisa na Copa Libertadores, já que seu número habitual é o 35 - que eram as idades de seus filhos na época em que foi contratado, no meio do ano passado.

"A Libertadores com o Flamengo, o ambiente do Maracanã, a camisa 10, tudo isso, e a vitória, foi um momento único. O Flamengo é um clube que depende disso, do esforço, da entrega. Quando acontece se torna inesquecível. Quando eu vejo a camisa pendurada, com a dez no vestiário, acredito que você (Zico) é o responsável, como todo o respeito aos ídolos que vestiram, você a tornou símbolo, como o Pelé fez no Santos" ‘, disse Diego.

Zico explicou que nunca quis que a camisa 10 fosse aposentada, como acontece em clubes nos Estados Unidos e em alguns na Europa.

"Aposentar a camisa? Aposentar nada. Se a camisa 10 do Pelé na seleção brasileira fosse aposentada, eu não teria jogado com ela. Não concordo com isso, tem que deixar ela ser usada por outros", disse Zico.

Admirador de Zico, Diego fez questão de demonstrar o carinho e o respeito que sente pelo Galinho.

"Admiro a sua humildade, de reconhecer e lidar com tudo isso. Quanto mais o tempo passa, eu estou com 32 anos, a gente aprende a valorizar mais a história de quem já esteve aqui. Depende de sacrifício, já que o caminho é árduo. Fico meio assim quando me perguntam sobre eu usar a sua camisa, porque o cara (Zico) fez mais de 300 gols, ganhou Libertadores, Brasileiro, Mundial, e vai falar de mim? Estou chegando agora (risos)" - Diego.

Fonte: Extra Globo

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