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O Flamengo, campeão carioca no último domingo, será sempre ligado aos gols de Guerrero e às jogadas decisivas de Diego (agora machucado, mas que participou efetivamente da Taça Guanabara). Por trás disso, porém, tem muitos outros responsáveis pela conquista sacramentada com a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, no Maracanã. O volante Willian Arão, por exemplo, é um dos destaques.

Titular absoluto, o jogador foi o único do meio de campo do Flamengo que não deixou a equipe comandada por Zé Ricardo em momento algum. Rômulo, por exemplo, perdeu jogos do estadual por lesões, na panturrilha e no joelho. Márcio Araújo começou a campanha do título no banco. Diego também se machucou.

Após a conquista, Arão explicou quais foram os pedidos de Zé Ricardo durante a trajetória, principalmente por causa da lesão do armador, que era o jogador mais próximo de Guerrero no ataque.

- O professor Zé Ricardo conversou comigo e com o Rômulo, com o Mancuello, para que aproximássemos do Guerrero, para não ficar sozinho. Sem o Diego, a tendência é que ele ficaria sozinho no ataque. Acho que conseguimos dar o suporte necessário para ele. Não sei se apareci mais no ataque ou não, mas foi um pedido para que não deixássemos ele sozinho - disse Arão.

Apesar de estar mais avançado por causa da ausência de Diego, o volante não quer virar meia. Ele prefere seguir sendo "homem surpresa" no ataque do que ganhar a marcação adversária com mais facilidade. O que mudou foi apenas a liberdade que ganhou do treinador para apoiar o setor ofensivo.

- Ele me utiliza bastante em várias posições, pela direita, como primeiro volante, dando mais liberdade. Não como meia, mas com liberdade. Eu não jogava mais avançado, eu tinha mais liberdade para ir ao ataque. Isso mostra a confiança que o professor tem em mim. Sou muito grato. E espero só crescer para ajudar o time - concluiu Arão.

Fonte: GE

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