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Um pequeno movimento de braço do árbitro Wagner do Nascimento Magalhães no lance do gol de Guerrero na decisão do Campeonato Carioca, vencido pelo Flamengo, fez os torcedores do Fluminense especularem uma suposta comemoração. Questionado sobre o assunto, o presidente da Comissão de Arbitragem do Rio de Janeiro, Jorge Rabello, criticou o burburinho em cima do episódio e exaltou a atuação do trio de árbitros no jogo.

- Não vou dar eco a isso. Trata-se de um absurdo e é lamentável que estejamos falando desse assunto, e não da excelente performance da equipe de arbitragem na final do Carioca, e também que não falem do índice de aproveitamento como um todo na competição. Foram 104 jogos, 15 clássicos, seis semifinais, quatro finais e duas polêmicas. Índice altíssimo e perto dos 100% - disse, através da assessoria da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro).

As duas polêmicas a que Jorge Rabello se referiu ocorreram nas partidas entre Botafogo e Macaé, pela fase de grupos da Taça Guanabara, e Vasco e Flamengo, pelas semifinais da Taça Rio. Na primeira, a bola havia saído pela linha de fundo no cruzamento de Guilherme para o gol de Vinicius Tanque. O juiz de linha estava ao lado da jogada e mandou seguir. Na segunda, o árbitro Luiz Antonio Silva dos Santos viu mão inexistente de Renê em cruzamento de Nenê - a bola bateu na barriga do lateral rubro-negro.

Fonte: GE

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