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Por favor, sem essa de dizer que o Botafogo jogou como time pequeno.
O time do Botafogo jogou com a inteligência que o conduziu a ser a grande surpresa deste campeonato. E, sabem o motivo? Uma perfeita percepção do limite de competência. Portanto, antes da avaliação do nosso time, acho muito importante destacar que jogamos contra uma equipe que entra no jogo sabendo exatamente que objetivo alcançar. O trabalho desenvolvido fora de campo, comandado por esta extraordinária figura humana que é Carlos Eduardo, o presidente, e toda a turma do futebol, é digna de todos os aplausos, de preferência, de pé.
O nosso time lutou? Lutou. Foi guerreiro? Foi. Faltou o que então? Uma dose maior de talento. Alguém mais para ajudar a decidir.
Vamos lá: O nosso goleiro, algumas vezes me mata de susto. Pará foi a grande decepção. Tudo poderia ter sido construído pelo corredor dele. Tímido. Se escondeu do jogo. Zaga bem, como sempre, embora, pelos cartões, fora do próximo jogo. Jorge, burocrata.
No meio, Marcio Araújo, quase perfeito. Destaque absoluto. Arâo, dispersivo. Diego, a única cabeça pensante. Gabriel, compôs, como sempre, o meio, mas sem inspiração.
Guerrero, foi guerreiro. Só. E, Fernandinho, foi esforçado. Só. Cirino e Sheik, que entraram, lutaram. Só. Damião, que entrou por último, nem foi percebido.
O retrato do jogo que vi, é esse aí. O retrato do time, ao longo do campeonato, jogando fora de casa o tempo todo, cá pra nós, muito acima do que se poderia esperar.
O treinador é bom? Acho que é. Pelas dificuldades, os resultados são positivos.
E agora? Seguir brigando neste campeonato e tentar umas duas figurinhas carimbadas, talentosas, que possam fazer a diferença no ano que vem.
O nosso balanço é positivo. 2017, dependendo da ousadia da diretoria, pode ser muito melhor.
Um bom domingo a todos.

Fonte: Blog do Kleber Leite

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