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Assim que acabou o jogo contra o Coritiba, empatado por 2 a 2, os torcedores do Flamengo passaram a ouvir as provocações dos rivais por conta do “cheirinho de hepta”, expressão usada pela torcida flamenguista, que confiava na conquista do caneco. A provocação parece ter tocado os jogadores rubro-negros, que passaram a defender o sentimento dos torcedores nas entrevistas coletivas.
O primeiro a se posicionar sobre o tema foi o craque Diego, que usou um tom de provocação: “Quando se joga no Flamengo você fica acostumado a sentir alguns cheirinhos, como o de maior torcida do Brasil, de jogar com estádio lotado, de ter o Maracanã cheio, de sempre brigar por títulos, coisas que só o Flamengo tem”, disse.
O lateral-esquerdo Jorge partiu em defesa do companheiro.
“Acho que Diego foi feliz no que falou. Todo flamenguista sentiu o gosto de o Flamengo estar bem na competição. No ano passado, estávamos na fogueira. Hoje estamos brigando por segundo lugar e na Libertadores. Ele foi feliz demais por dizer desse ‘cheirinho’. O Inter é muito grande e está lá embaixo. Nosso ano não começou bem, não fomos bem no Campeonato Carioca e na Primeira Liga, mas crescemos ao longo da temporada”, disse Jorge.
O goleiro Alex Muralha usa a expressão para motivar o futuro.
“O Flamengo estpa convicto de que fez uma boa temporada e que temos a condição de voltar a sentir o cheirinho e brigar por títulos em 2017”, disse o arqueiro, que vem sendo convocado por Tite para a Seleção Brasileira.
Dentro de campo o elenco participou de um treino tático na manhã desta quarta-feira, no Ninho do Urubu. O técnico Zé Ricardo, porém, não definiu a escalação que vai enfrentar o Santos no próximo domingo, às 17h(de Brasília), no Maracanã, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. O meia Gabriel, que não treinou por conta de incômodo na coxa direita, é dúvida. Nesta quinta-feira o plantel volta a treinar na parte da manhã.
Fonte: ESPN

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