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O Flamengo pouco jogou no Maracanã na atual temporada e a despedida acontece neste domingo (27), às 17h (de Brasília), contra o Santos. Será apenas a quarta partida do Rubro-negro no principal palco do futebol brasileiro por conta dos Jogos Olímpicos. O retorno é uma incógnita, mas a diretoria já projeta atuar no estádio em 2017.
Tudo depende da decisão do governo do Estado. A Odebrecht já informou que não mais administrará o Maracanã e duas propostas de compra da concessão estão na mesa. Uma da Lagardère/BWA e outra da CSM, parceira de Flamengo e Fluminense.
O Rubro-negro deseja uma nova licitação para tentar vencer o processo e administrar o Maracanã. Se essa não for a opção do governo, atuar no estádio sob a gerência da CSM é possibilidade considerada pelos dirigentes.
"É bem possível a volta do Flamengo ao Maracanã em 2017. Depende do governo do Estado e da Odebrecht aceitarem a proposta da CSM. Com o outro consórcio que é falado [Lagardère/BWA], o Flamengo não jogará. Desta forma, eles terão que encontrar uma solução para viabilizar o estádio economicamente", afirmou o presidente Eduardo Bandeira de Mello.
"Preferimos uma nova licitação, pois é a solução que nos dá segurança jurídica. Porém, se houver a transferência de concessão, o Flamengo se propõe a participar desde que seja atendido dentro de um processo absolutamente transparente e republicano", completou.
Com o retorno ao Maracanã indefinido, a diretoria tratou de fechar um contrato de três anos - renovável por mais três temporadas - para mandar os jogos na Arena da Ilha e ter um local para chamar de "casa". A reforma do gramado está em negociação, assim como a nova estrutura. O objetivo é aumentar a capacidade - de 15 mil para pelo menos 20 mil torcedores - e criar uma espécie de "caldeirão rubro-negro".
Nada disso, porém, interfere em jogar no Maracanã. Pelo contrário, o desejo rubro-negro é o de contar com os dois estádios enquanto discute a busca definitiva pela própria arena.
"O ideal do Flamengo é contar com o Maracanã e um estádio de menor porte na Gávea. Ter um contrato com a Portuguesa para a utilização de um estádio complementar ao Maracanã em jogos menores é perfeitamente possível. Sem contar que outros clubes também podem jogar na Ilha do Governador. O Flamengo não terá nenhum tipo de picuinha sobre isso. Se qualquer clube quiser jogar na Ilha ou no Maracanã em nossa administração, o problema será zero. Sempre funcionou assim no futebol carioca", encerrou Bandeira de Mello.
Fonte:  Uol

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