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Anunciado em agosto pelo presidente Eduardo Bandeira de Mello como o grande aliado na arrancada rubro-negra rumo ao sonhado heptacampeonato brasileiro, o Maracanã acabou não fazendo diferença para o Flamengo na reta final do Brasileirão. Pelo contrário, Foi justamente no estádio que o time comandado por Zé Ricardo perdeu o título nacional.

Quando atuou como mandante, o aproveitamento do Flamengo no estádio foi o pior de todos no Campeonato Brasileiro. O time empatou as partidas contra o Corinthians, o Botafogo e o Coritiba, o 
mais recente empate que veio depois que a equipe abriu 2 a 0. Foram seis pontos perdidos que se o Fla tivesse conquistado estaria na vice-liderança, um ponto apenas atrás do Palmeiras. Hoje, o time de Zé Ricardo é o terceiro colocado com 67 pontos e ainda luta com o Atlético-MG pela vaga direta na fase de grupos para a Libertadores.

Por conta do fechamento do Maracanã para a preparação e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o Flamengo só voltou a jogar no estádio no dia 23 de outubro. Dois meses antes, Bandeira havia declarado que o local seria uma arma rubro-negro, mesmo que para boa parte do elenco o gramado do estádio fosse tão desconhecido quanto para os times visitantes.

- O Maracanã sempre foi a casa do Flamengo, onde a gente se sente à vontade. Tenho certeza que vai nos ajudar muito nessa arrancada - afirmou o presidente em setembro.

Um mês depois da volta para casa, o sentimento é de frustração. O aproveitamento do Flamengo é de apenas 33,33%, o pior de todos os cinco estádios em que o Flamengo fez, no mínimo, dois jogos como mandante neste Brasileiro.

Para o técnico Zé Ricardo, a obrigação de vencer no Maracanã não chegou a ser um problema para o time. Ele lamentou apenas que a expectativa pela volta ao estádio não tenha rendido o esperado.

- Aquela expectativa que tinha de voltar ao Maracanã e ser impulsionado pelas vitórias infelizmente não aconteceu. Serve de ensinamento. Vamos ter que buscar forças para sair desse luto e buscar fazer o máximo para terminar bem o campeonato - afirmou o técnico, que viu o seu time ser chamado de “sem vergonha” pela torcida.

A gente lamenta (os protestos), mas a torcida está no seu direito. Não tem que buscar culpado, não tem Márcio Araújo, A, B ou C... Somos responsáveis por vitórias, derrotas e nos empates. A torcida frustrou-se como nós, mas nenhum deles está chateado como estamos. A gente brigou para caramba e tenho certeza que todos eles honraram muito a camisa.

Fonte: O Globo


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