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A prioridade era garantir que o Flamengo não ficasse sem estádio por mais uma temporada. Com todo o impasse envolvendo a futura administração do Maracanã, a diretoria rubro-negra correu por fora e garantiu a Arena da Ilha, da Portuguesa, como casa a partir de 2017.

Vice-presidente de patrimônio do clube, Alexandre Wrobel afirmou que contar com o Maracanã ainda é prioridade. Porém, celebrou o acordo com a Portuguesa e garantiu que haverá intervenções significativas na estrutura. Casa do do Botafogo esse ano, o Luso-Brasileiro tem capacidade para 15 mil torcedores, mas um dos planos é de ampliar esse número. 

- Estamos fazendo estudos preliminares. Há intenção de que o estádio passe por uma série de intervenções, benfeitorias, melhorias, inclusive na questão da sua capacidade. Além logicamente da própria reforma do gramado. Devemos ter essas definições nos próximos dias - disse o dirigente, sem especificar ainda o tamanho de uma possível ampliação. 

De acordo com o último regulamento da Copa Libertadores, os jogos da fase de grupos podem ser realizados em estádios com capacidade para 10 mil pessoas. Para as quartas e oitavas, os palcos precisam receber o público mínimo de 20 mil. No caso das semifinais e finais, os números sobem para 30 e 40 mil, respectivamente.

O gramado do Luso-Brasileiro foi alvo de críticas ao longo do Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro também pretende trabalhar a questão e promete uma estrutura renovada e de primeira linha a partir de 2017. Deixar o local com ''a cara do Flamengo'' também está nos planos.

- Com relação ao gramado pode ter certeza que ele será completamente reformado. Vamos ter um tapete. O Flamengo quer transformar a arena na sua casa. Passa pela questão da transformação. Mexendo no próprio layout, cores. Tudo que envolve esse conceito - diz Wrobel. 

Maracanã continua nos planos

No entanto, engana-se quem pensa que a questão Flamengo x Maracanã foi deixada de lado. Assumir a gestão do estádio continua sendo o plano A da diretoria, que reitera não abrir mão do protagonismo na administração. A parceria com a Portuguesa surge muito mais como uma forma da garantia para o time. É sabido internamente que a possibilidade de uma nova temporada com jogos seguidos fora do Rio não agrada o departamento de futebol. 

- Pelo contrário. A questão de estarmos também na Ilha nos dá uma tranquilidade muito grande na condução do processo que envolve o Maracanã e/ou o nosso estádio próprio. O Flamengo vai caminhar definitivamente para resolver a questão do seu estádio. Isso é um fato. É um anseio antigo da nação. Precisa resolver de uma vez por todas. A Ilha nos dá essa tranquilidade, mas o Maracanã continua sendo o plano A.

Paralelamente, o Flamengo ainda estuda duas propostas de terrenos para a construção de um estádio próprio. Os espaços foram apresentados por duas empresas diferentes, oferecidos em troca do Edifício Hilton Santos (sede do Morro da Viúva). A ideia é analisar a viabilidade da construção de uma casa com capacidade para cerca de 50 mil pessoas.

O contrato entre Flamengo e Portuguesa tem prazo de três anos, renováveis por mais três. Com relação aos valores, existe cláusula de confidencialidade.

Fonte: GE

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