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A diretoria do Flamengo deu os primeiros passos para a construção de um estádio boutique para em torno de 20 mil pessoas na Gávea. Já foi levada para a prefeitura do Rio um projeto da arena que está em estudo de viabilidade. A ideia é de um equipamento complementar ao Maracanã ou a outro local que o clube venha a mandar jogos grandes.
O projeto arquitetônico do estádio da Gávea está pronto, mas ainda há um longo caminho pela frente. Primeiro, será necessário que a prefeitura do Rio faça estudos sobre sua viabilidade e depois se entraria com o pedido formal de licença. Segundo, o clube terá de buscar financiamento para o empreendimento.
O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, confirmou o projeto: ''O ideal seria termos o Maracanã e o estádio boutique da Gávea'', contou. Mas, como o clube descarta jogar no Maracanã se não for incluído na nova licitação, a arena da Gávea também poderia ser complementar a outro estádio maior também a ser construído. Isso depende da solução do imbróglio do Maracanã.
A projeto da Gávea é de um estádio em torno de 20 mil pessoas praticamente sem vagas. Isso minimizaria o impacto de trânsito que é a maior reclamação dos moradores do vizinho bairro do Leblon. Além disso, o projeto tem o compromisso de que seriam realizados poucos jogos, em torno de 20 partidas por ano.
''Seria um estádio para jogos pequenos, de menor apelo e também da divisão de base'', contou Alexandre Wrobel, vice-presidente de Patrimônio. Ele ressaltou que, embora o projeto já tenha sido levado à prefeitura, ainda não há um pedido oficial de licença. De fato, a secretaria de Urbanismo do Rio confirmou que a única requisição de licença em curso do Flamengo é para a arena de basquete. O pedido para estádio de futebol está suspenso no momento.
O valor do empreendimento ainda não foi estimado. Mas fontes envolvidas no projeto dizem que não custará mais de R$ 300 milhões. A avaliação é de que o Flamengo, com a situação financeira atual, já tem condições de buscar um financiamento por conta própria.
A questão é que, se o clube não resolver o problema do Maracanã, pode ter de priorizar obter recursos para construir outro estádio maior. Até porque o projeto do estádio da Gávea corre em paralelo à tentativa de resolver o principal problema que é a arena para jogos grandes.
Fonte: Uol/Rodrigo Mattos

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