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A negociação da Primeira Liga com a Globo para receber R$ 23 milhões anuais pelos direitos de TV do torneio pelos próximos três anos gerou conflito entre os clubes por conta da distribuição de cotas. O motivo da desavença gira em torno dos ganhos de Flamengo e Fluminense.
O rubro-negro por ficar com a maior fatia do bolo nos moldes atuais do acordo, em torno de R$ 2 milhões. Já o Fluminense por estar no segundo escalão ao lado de Galo, Cruzeiro, Grêmio e Inter, que ficaram com cerca de R$ 1,5 milhão cada, o que desagrada Coritiba e Atlético-PR, que querem melhores condições na divisão.
Outros times da Primeira Liga também estão insatisfeitos com a divisão das cotas e uma reunião para debater o assunto ocorrerá nos próximos dias em Florianópolis ou Balneário Camboriú.
Um dos articuladores da criação da Primeira Liga, o presidente da federação catarinense e vice da CBF, Delfim Peixoto, também vê privilégios à dupla carioca nas negociações.
– Eles entraram de favor na Liga e foram muito bem recebidos. Mas não é justo já quererem tomar conta do negócio – afirmou o dirigente.
Em relação Fluminense, um dos argumentos é que o tamanho da torcida do time está mais próxima dos times paranaenses do que dos grandes gaúchos e mineiros. O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, diz desconhecer o atrito e não vê problemas na divisão.
Já o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, não atendeu a ligação da coluna para comentar o caso.
Fonte: De Prima
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