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A rivalidade entre Flamengo e Botafogo ganhou um novo capítulo nesta semana. Depois do caso William Arão, volante que saiu do Alvinegro para o time rubro-negro no início do ano, e da controversa divisão de torcidas nos clássicos no Campeonato Brasileiro com somente 10% para os visitantes, a Arena da Ilha é a nova polêmica da vez.

Depois que o Flamengo assinou contrato para jogar no estádio pelos próximos três anos, renováveis por mais três, o Botafogo divulgou que voltaria a jogar no Engenhão a partir do ano que vem. O clube ainda anunciou que sábado fará o seu último jogo no estádio da Portuguesa, contra a Ponte Preta. Será a última partida do time em casa no Brasileirão.

Com a saída, ficou uma questão pendente. O Botafogo iria desmanchar ou repassar para o Flamengo a estrutura que foi resultado de um investimento de R$ 5 milhões do Alvinegro? A tendência é por um desmanche, com o Botafogo desmontando placas, refletores e arquibancadas já a partir do domingo. Há dirigentes que defendam a venda do material, mas a parte da iluminação poderia ser aproveitada no Engenhão.

O diretor geral do Flamengo, Fred Luz, disse que estava tentando um diálogo com a diretoria alvinegra para o uso da estrutura, reduzindo os custos para as duas partes.

- Pretendemos dar uma melhorada, eventualmente aumentar a capacidade. Temos um orçamento conservador, não vou abrir números, mas nesse processo de saída do Botafogo e de transição, acreditamos que tem a oportunidade de ajudar o Botafogo a ter menores custos, e o Botafogo nos ajudar a ter menores custos – disse o dirigente, em entrevista ao “Globoesporte.com”.

O Botafogo firmou contrato com a Portuguesa no dia 29 de abril. Mas não cumpriu uma das promessas, a de ceder jogadores para a equipe.

O provável desmanche vai atrasar a estreia rubro-negra em sua nova casa, que, por enquanto, segue sem previsão. A diretoria rubro-negra também planeja melhorias em outros setores, em especial do criticado gramado.

- Com relação ao gramado pode ter certeza que ele será completamente reformado. Vamos ter um tapete. O Flamengo quer transformar a Arena na sua casa. Passa pela questão da transformação. Mexendo no próprio layout, cores. Tudo que envolve esse conceito – prometeu o vice-presidente de patrimônio do Flamengo, Alexandre Wrobel.

Fonte: O globo

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