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O Flamengo quer o Maracanã e deseja administrá-lo, seja participando diretamente de uma nova licitação, algo que não acontecerá, ou em parceria com a empresa inglesa CSM, responsável, aliás, por tocar os planos de sócio-torcedor de Fla e Fluminense.

Eduardo Bandeira de Mello pleiteia o papel de protagonista para o clube que preside e reafirmou tal intenção após a vitória por 2 a 0 sobre o Santos.

- Aqui é a casa do Flamengo, e acho que o Maracanã não tem viabilidade esportiva ou financeira sem a presença do Flamengo. Então vamos torcer para que o Governo e as autoridades em geral tenham sensibilidade. Desse processo, acho que o Flamengo pode emergir como concessionário ou fazendo parte do consórcio que vai gerir a concessão do Maracanã pelos próximos anos - afirmou.

Irônico e opositor à Lagardère, uma das empresas candidatas a comprar a concessão da Odebrecht, empresa vencedora da licitação de 2013, Bandeira afirmou que não cederá.

- Agora, se preferirem usar o Maracanã para fazer Papai Noel no fim do ano, shows de música, Wesley Safadão, como disseram aí... Só que é difícil ele vir para cá desse jeito porque parece que ele é Flamengo... Se alguém quiser, não conte com o Flamengo. Se vier algum aventureiro, algum atravessador para se apossar do Maracanã e querer obrigar o Flamengo a jogar, aí não tem conversa realmente. Vamos para o plano B, C... O Flamengo é maior do que isso tudo.

O Flamengo não concorda com a presença da empresa BWA, parceira da Lagardère, no consórcio. Vale destacar, inclusive: a BWA é parceira da Ferj, que seria a responsável por operar as partidas em caso de os franceses comprarem a concessão da Odebrecht.

A Lagardère, em seu consórcio com a BWA, objetiva fazer 12 eventos de entretenimento em 2017, algo que Bandeira expressamente posicionou-se de maneira contrária. Clique aqui e confira parte dos planos dos franceses para 2017.

Fonte: GE

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