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Natural de Maceió, capital de Alagoas, o meia Arthur Maia apareceu para o futebol nas categorias de base do Vitória. Chegou ao clube baiano muito jovem, ainda em 2003, no qual fez toda a sua preparação para se tornar profissional. Descoberto em um núcleo do Rubro-Negro em sua cidade natal, o jogador de apenas 24 anos teve sua vida e carreira encerrada na madrugada desta terça-feira, quando o avião que transportava a delegação da Chapecoense e vários jornalistas para a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional caiu na Colômbia. De acordo com autoridades colombianas, 75 pessoas morreram.

Desde que chegou ao clube baiano, Arthur Maia foi considerado uma das grandes promessas das categorias de base. Canhoto, habilidoso, envergava a camisa 10 e tinha grande futuro pela frente. Em 2010, o sonho de se tornar profissional virou realidade no Vitória. Porém, desde então, entre idas e vindas ele passou por alguns empréstimos para ganhar experiência e visibilidade. O excelente desempenho na Série B pelo América-RN em 2014 o credenciou para a maior chance da sua vida. O Flamengo bateu na sua porta, e ele aceitou o desafio de jogar no Rio de Janeiro. 

Entre boas partidas, e outras mais apagadas, acabou não conseguindo emplacar seu futebol de habilidade e se garantir no meio de campo do time da Gávea. Ainda teve uma passagem pelo Japão, onde defendeu o Kawasaki Frontale. Em maio deste ano, acertou sua transferência para a Chapecoense. Foram 23 jogos pelo clube de Santa Catarina e a chance de fazer história e conquistar um título internacional. Mas a queda do avião que levava a delegação do clube para a Colômbia encerrou de forma precoce esse sonho.

Ainda incrédulo com tudo o que aconteceu, o pai de Arthur Maia, Roberto Maia, disse que chegou a trocar mensagens com o filho antes do embarque para a Colômbia. E que o meia tinha muito talento e futuro pela frente.

- Eu sou suspeito para falar, mas ele jogava bem sim. Ele era um garoto de 24 anos, novo, com um futuro pela frente - afirmou Roberto Maia em entrevista ao G1.

Fonte: GE

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