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Como o impasse com o governo do Rio permanece, a concessionária que administra o Maracanã acionará um dispositivo previsto em contrato específico para a resolução de entraves entre as partes: a arbitragem. 

Em nota, a concessionária informou que fará o requerimento nesta terça-fira junto à Fundação Getúlio Vargas para " as divergências da tentativa de acordo de rescisão".

A concessionária acrescenta que "embora tenha sido formalizado, a pedido do governo, a saída do Consórcio em junho deste ano, não foi possível chegar a uma rescisão amigável do contrato, sobretudo pela falta da fixação de uma data de saída por parte do Estado".

- Desde abril estamos tentando negociar uma rescisão amigável. Como não foi possível um consenso, a alternativa possível foi a arbitragem. Esperamos que nos próximos dias se defina uma data para a saída da Concessionária. As negociações com os clubes estão bastante avançadas - afirmou Mauro Darzé, presidente do consórcio Maracanã.

O processo de arbitragem, no entanto, não gera risco à realização de partidas no Maracanã. A concessionária ressaltou que está fazendo aditivos contratuais com Flamengo e Fluminense para que o modelo de gestão deixe a receita das partidas para os clubes, que pagarão um valor fixo para que a concessionária cubra custos fixos, como lux, água e manutenções eventuais.  A arbitragem também não traz prejuízos ao novo processo de licitação desencadeado pelo Governo do Rio. 

- No que depender da Concessionária os torcedores podem ficar tranquilos. A realização dos jogos não será afetada pela arbitragem. A ação ocorre em paralelo. É importante esclarecer que arbitragem não é um processo judicial. É um dispositivo previsto em contratos de concessão - completou Mauro.

Fonte: Lance

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