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Dez anos de Gávea e sétimo jogador que mais vestiu a camisa do Flamengo (519 partidas). Atualmente no Santa Cruz - adversário do próximo domingo -, Léo Moura reencontrará a torcida rubro-negra com um problema a resolver. O ídolo recente entrou na Justiça contra o clube.

O valor mínimo que o autor da ação pretende é de R$ 300 mil, embora a quantia esteja indefinida. O veterano lateral reclama diferenças nos depósitos de direito de arena no período entre 2011 e 2015, além de horas extras e adicional noturno pelas concentrações do time antes das partidas.

Segundo Léo Moura, representado pelo advogado Leonardo Laporta Costa, foram 40 horas extras em jogos do Flamengo como visitante e outras 20 horas extras na condição de mandante. Também terminaram citados os não pagamentos de horas noturnas e o descanso semanal remunerado.

A audiência de instrução e julgamento está marcada para 22 de junho de 2017. A diretoria foi surpreendida e desaprovou a atitude de Léo Moura, que ganhou até jogo de despedida em 4 de março de 2015. Pouco mais de 30 mil torcedores foram ao Maracanã aplaudi-lo na vitória por 2 a 0 sobre o Nacional-URU.


O Rubro-negro repassa regularmente o percentual de direito de arena ao SAFERJ (Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) e considera que o jogador recebeu todas as verbas trabalhistas referentes ao período em que vestiu a camisa do clube.

Léo Moura não reclama na ação pagamentos de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), férias, 13º salário e os tradicionais direitos de imagem. 

"Todas as rescisões são feitas de forma correta para evitar o crescimento do passivo trabalhista no Flamengo. Pagamos tudo o que o funcionário tem direito. Não foi diferente no caso do Léo Moura. O clube vai se defender em juízo no momento adequado. Os pleitos não têm a ver com as verbas trabalhistas propriamente ditas. Cada um é livre para tirar a sua conclusão", explicou o vice-presidente de procuradoria geral, Flávio Willeman.

A ação de um ídolo recente serviu de motivação para o Flamengo no Campeonato Brasileiro. Pelo menos entre os dirigentes comandados pelo mandatário Eduardo Bandeira de Mello, não há quem cogite a possibilidade de ser derrotado pelo lateral em campo e nos tribunais.

Fonte: Uol

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