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O ex-jogador e comentarista da TV Globo Júnior lamentou a morte de Carlos Alberto Torres, ocorrida nesta terça-feira, aos 72 anos, devido a um ataque cardíaco fulminante. Tendo atuado ao lado do Capita como jogador, no Flamengo, na década de 70, e depois sido comandado por ele no Rubro-Negro na conquista do Brasileiro de 1983, Júnior destacou que o ex-lateral-direito e treinador sempre foi pioneiro no futebol e não economizada palavras para transmitir seu conhecimento. Ele lembrou que uma das inovações de Carlos Alberto na Gávea foi acabar com a concentração.  
 
- Não armazenava nada daquilo que tinha vivido no passado, sempre passou para os mais jovens e depois em 83, quando for o grande comandante do time do Flamengo campeão brasileiro com algumas inovações, como quando acabou com a concentração. Dizia que nós tínhamos que ter responsabilidade, não ia ficar de babá de ninguém, que casado tinha que ir para casa dormir, cuidar do filho e da mulher, e no outro dia voltar com a cabeça boa para jogar. Isso mostrou toda sua liderança e pioneirismo. Naquela época todo mundo concentrava, e o Carlão mostrou para a gente que não precisava trancar ninguém. 

Júnior disse considerar a morte de Capita precoce e inesperada, já que o comentarista do SporTV exibia estar saudável e ainda trabalhava com energia nos programas do Canal Campeão. 

- Nos pegou de calça curta, como a gente fala, essa notícia do Carlão, repentina e precoce. A gente via ele na maior energia, maior atividade. Sempre com seu posicionamento, sempre se colocando de uma forma bem simples, objetiva e sempre no comando. Tive um privilégio muito grande porque eu tive o Carlos Alberto como ídolo na minha infância, vi ele começar no time do Fluminense e posteriormente naquela seleção de 70. Sete anos depois o privilégio de poder jogar o seu lado, receber seus conselhos e orientações. 

Fonte: GE

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