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Ídolos que deram alegria no campo e tristeza na Justiça. Assim é a história recente do Flamengo. Mesmo com a atual diretoria organizando as finanças, alguns esqueletos saíram do armário nos últimos anos. Além de Leo Moura, que entrou com ação pedindo até R$ 10 milhões em horas extras e adicional noturno em concentrações, Romário, Petkovic, Ronaldinho Gaúcho, Renato Abreu, Ronaldo Angelim, Adriano e até Hernane Brocador, entre outros, foram à Justiça exigir outros direitos contra o Rubro-negro.
O Baixinho, por exemplo, é protagonista de um dos casos mais antigos. Ele entrou em acordo com o clube recentemente e recebe até hoje em parcelas a longo prazo, até 2022, após deixar o Flamengo na década de 1990.
Hernane foi vendido ao mundo árabe mas saiu com dividas referentes a impostos e o clube o procurou tão logo foi acionado para acertar o que faltava, no ano passado. O episódio não chegou a desgastar a relação com o torcedor porque não se tornou público. Adriano, também em 2015, cobrou quase R$ 1 milhão de atrasos salariais de 2009, quando foi campeão brasileiro, mas segue com sua imagem do passado intacta. Atletas da época, como Ronaldo Angelim, seguiram caminho igual, mesmo ainda idolatrados pela torcida. Outros como Kleberson, Toró e David Braz caíram no esquecimento.
De todos esses, porém, Leo Moura parece ter ficado mais marcado. Nas redes sociais, ontem, ele foi chamado de “mercenário” e outros adjetivos. O lateral-direito do Santa Cruz já estava marcado por ter negociado a ida para o Vasco no ano passado. Depois de sido chamado a atenção também nas redes por rubro-negros, ele desistiu da transferência e disse que nunca defenderia o rival.
Fonte: Extra
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