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O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, coronel Marcos Marinho, tem certeza que não houve interferência externa na decisão de marcar o impedimento de Henrique no que seria o segundo gol do Fluminense diante do Flamengo, na noite desta quinta-feira em Volta Redonda (RJ).

"O que me dá esta certeza é a postura do Emerson (Augusto de Carvalho, bandeirinha) no lance. Ele marcou o impedimento com convicção e mante esta postura. Ele assumiu", disse o dirigente.

"No final, foi justo porque houve o impedimento", completou

Para Marinho, o problema não está no fato do juiz Sandro Meira Ricci ter dado o gol e depois de 13 minutos de conversa, sempre cercado de jogadores dos dois times, reservas, policiais e dirigentes, ter acatado a opinião do bandeira. O problema é "falta de sintonia".

"É um trio que está acostumado a atuar junto. No vestiário se planeja como vão se comunicar: pelo áudio, por sinais em caso de falha na comunicação. Mas não pode ficar este tempo todo para decidir. Aí dá margem para um monte de coisas, como esta acusação de que o Sandor mudou de ideia por causa de uma comunicação externa", afirmou.

O homem forte do apito na CBF admite que, durante a confusão, houve tempo para que os bancos de reserva recebessem a informação de que as imagens da televisão mostravam o impedimento do zagueiro Henrique.

"Mas não acredito que o Sandro tenha dado o impedimento por isso. Foi mais a firmeza do Emerson", falou.

Até às 10h desta sexta feira, Marinho ainda não tinha conversado com o trio de arbitragem. Ele vai cobrar de Sandro Meira Ricci uma postura mais firme e rápida:

"Não sei o que fez o Sandro confirmar o gol. Sei que vou cobrar mais rapidez para assumir uma decisão. Ou confia ou não confia da indicação do auxiliar. O que aconteceu gera um monte de situações", disse Marinho.

"Esta é uma fase difícil do campeonato. Foi ruim o que aconteceu", encerrou.

Fonte: ESPN

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