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O ex-jogador Carlos Alberto Torres faleceu nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, exatamente um mês depois do irmão gêmeo, Carlos Roberto. Amigo do ex-jogador e comentarista do SporTV, Ricardo Rocha lembra que o ex-lateral-direito era discreto sobre a vida pessoal, mas estava abatido com a perda. Bastante emocionado, Ricardo Rocha lamentou a coincidência e destacou o legado deixado pelo Capita.

- É incrível. Hoje faz um mês do falecimento do Carlos Roberto. Eu, que tinha essa amizade com ele (Carlos Alberto), notei ele triste. Claro, morte de irmão, gêmeo, e ele um pouco abatido. Mas ele vinha pegando forças, a gente vinha falando com ele, conversava, e ele estava bem, não sentia nada. Ele nunca se queixou de nada, a única coisa era o joelho, dor nas costas, coisas normais do dia a dia, mas do coração não. Foi um ataque fulminante - disse, ao "Seleção SporTV".

Amigo da família, Ricardo Rocha foi para o hospital para onde Carlos Alberto foi encaminhado assim que soube da notícia. Ele foi informado primeiramente que o amigo havia desmaiado, mas não demorou a saber que a situação era grave. O ex-zagueiro contou que o Capita fazia "palavras cruzadas", em casa, quando sofreu o infarto.

-  Falei com a esposa e ele estava jogando, tranquilo, sentado, quando teve o mau súbito e caiu. Levaram (para o hospital), mas parece que foi fulminante, morreu na hora (...)  É triste. Um amigo, um companheiro, uma pessoa extraordinária. É difícil, mas a vida segue. O importante é saber que ele foi uma pessoa extraordinária para o futebol brasileiro, mundial, que tem uma história linda e isso ninguém nunca vai apagar  - lamentou. 

O velório será ainda nesta terça-feira na sede da CBF. Ricardo Rocha conta que diferentes clubes ofereceram suas sedes para a realização das últimas homenagens, como Botafogo e Fluminense, mas aprovou a despedida na sede da entidade por tudo que Carlos Alberto Torres representou para o Brasil.

- A família agradeceu o apoio de todos, mas achou por bem (fazer o velório) na CBF, onde ele tem uma história linda, o tricampeonato. Quando se fala de um capitão de título mundial, você lembra do Carlos Alberto, aquele beijo na taça. É merecido. A CBF engloba tudo, os clubes, a Seleção, o mundo. Achei legal - afirmou.

Fonte: GE

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