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No Fla-Flu jurídico, o advogado rubro-negro Michel Assef Filho colocou o dedo na ferida para provocar o rival, que pleiteia, no STJD, a anulação do último clássico. Segundo o responsável pela defesa do Flamengo, tentar impugnar uma partida por causa de um gol invalidado corretamente é tão absurdo quanto pular de série no Brasileiro. A cutucada foi uma alusão à participação do Fluminense no Módulo Azul, equivalente à Primeira Divisão, da Copa João Havelange de 2000, um ano após conquistar a Terceirona.

“Não gosto de antecipar defesa, mas temos diversos argumentos. Se o Fluminense se baseia nessa reportagem (da ‘TV Globo’, com leitura labial), não serve para nada. Não posso admitir isso como prova. É lícita, mas não presta, não tem o contexto completo do que aconteceu. A nossa defesa vai mostrar que essa pretensão do Fluminense é absurda. Tão absurda quanto subir da Terceira para a Primeira Divisão, sem passar pela Segunda”, disse Assef.

De acordo com o advogado, o árbitro Sandro Meira Ricci tomou a decisão de anular o gol do zagueiro Henrique fundamentado na opinião do auxiliar Emerson Augusto de Carvalho. 

“Não tem qualquer ilegalidade nisso. Isso não é a nossa estratégia de defesa, é a verdade”, garantiu Assef. Para o defensor do Flamengo, a tese sustentada pelo Tricolor fere princípios éticos.

“Ofende fundamentalmente o princípio da moralidade, princípio básico do direito esportivo. Tentar validar um gol claramente inválido e que foi anulado instantaneamente pelos árbitros é um absurdo, ofende frontalmente o princípio da legalidade”, frisou.

Fonte: O Dia

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