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O duelo entre São Paulo e Flamengo, neste sábado, no Morumbi, interessa diretamente ao Palmeiras. Um ponto à frente do Rubro-Negro na briga pelo título do Brasileirão, o rival alviverde seria beneficiado com uma vitória do Tricolor em casa. A equipe enfrentará o Santa Cruz, segunda-feira, no Arruda. 

Nesse contexto, Hudson foi questionado nesta quarta-feira, no CT da Barra Funda, sobre o que achava do apoio palmeirense para o jogo.

– Não me importo. Espero que só torçam para o Palmeiras. Tem muito são-paulino, não precisamos deles. Não temos como ajudar ninguém. Temos que ajudar a nós mesmos. Se não vencermos, quem se complica somos nós. Temos coisas mais importantes para nos preocupar do que se o Palmeiras vai ser campeão ou não – afirmou o volante.

Como Hudson disse, o próprio São Paulo é o maior interessado no jogo. A quatro pontos da zona de rebaixamento, o time está em alerta. A equipe acumula duas derrotas seguidas no Brasileirão e uma eliminação para o Juventude na Copa do Brasil.

– Estamos próximos da zona, a diferença é pequena e todos estão cientes da situação. É difícil e precisamos vencer para afastar esse fantasma logo. Não tem jogo fácil, independentemente da posição na tabela. Tivemos mais dificuldades contra times em situação ruim no Morumbi, que se fecham muito. Já o Flamengo sai para propor o jogo e aí podemos ter mais espaço para fluir nosso estilo – afirmou.


Questionado sobre a falta de criação do São Paulo, zerado contra Atlético-PR (derrota por 1 a 0) e Vitória (revés por 2 a 0), Hudson reconheceu a necessidade de os próprios volantes ajudarem mais. O Tricolor tem o segundo pior ataque do Brasileirão, com 27 gols, ao lado de Atlético-PR, Figueirense e Internacional. O time só é melhor no quesito do que o América-MG, lanterna, com 19 gols marcados.

– Os volantes têm participação. A gente tem se cobrado muito para um sistema defensivo bom, mas municiando meias e atacantes. Não pode existir volante que somente marca. É pesado deixar a criação apenas para um meia. É óbvio que precisamos participar mais disso e não sobrecarregar o Cueva – reconheceu.

O volante também admitiu deficiência do São Paulo na bola parada defensiva. No Brasileirão, o time sofreu os últimos seis gols seguidos dessa maneira. Na competição, o Tricolor levou 28 gols, sendo 12 de bola parada.

– Ele (Ricardo Gomes) falou hoje (quarta-feira) que puxaria mais o treino, principalmente pegando a bola parada. Perdemos muitos jogos assim recentemente e temos que redobrar a atenção e treinar mais. Só assim vamos parar de tomar tantos gols.

Fora da Copa do Brasil, o São Paulo continuará treinando na a semana cheia concentrado exclusivamente no duelo com o Flamengo. O rival, por outro lado, tem compromisso nesta quarta-feira pela Copa Sul-Americana. 

Fonte: GE

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